1-Prosopopeia, de Bento Teixeira.
2-Satírica e histórica, pois nela há reconstiuição da Bahia do século XVII e cita as desavenças entre o governador-geral e a família do Padre Antônio Vieira.
3-Padre Antônio Vieira e Gregório de Matos.
4-Tomás Antônio Gonzaga.
5-Poesia sacra (temática religiosa); Poesia lírico-amorosa e Poesia Satírica.
6-a)Poesia lírico-amorosa abrange um grande leque temático, pois `as vezes é a mais pur idealização do amor e outras, a exploração da psicologia amorosa.
b)N poesia satírica, Gregório de Matos utilizava a sátira para falar de toda sociedade (nobres) e do clero, sem fazer distinção de cor, classe social; o que mais chama atenção é a crítica de cunho geral aos vícios da sociedade.
7-Pelo fato de o centro de irradiação cultural e de produção literária do século XVII ser Salvador, a capital da colônia.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
LISTA DE VERBOS IRREGULARES - EJA - 2ª FASE a E B - 2016
Irregular Verbs
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domingo, 19 de junho de 2016
Recuperação Paralela - Literatura - Primeiro ano B
Consulte o caderno e o livro didático no capítulo 3 e responda as questões:
1-Faça um breve resumo do contexto histórico do Trovadorismo, pontuando os principais acontecimentos desse período da Literatura. Não esqueça de colocar a cronologia.
2-Qual a influência do sistema feudal no período da Literatura em questão? Explique como isso se deu.
3-Ao nos reportarmos às cantigas, primeiras produções literárias, sabemos que eram compostas pelos ________________________ que era sempre um __________e divulgadas, cantadas pelo ________________, ________________ e _______________ que faziam parte da camada social dos ____________________.
4-Em relação à temática das cantigas de amor pode-se pontuar:
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
5_ Quais as principais características das cantigas de amigo?
6-Pontue as principais diferenças e/ ou semelhanças entre as cantigas de escárnio e maldizer.
7-Disserte sobre o Teocentrimo.( o que é, como era aceito pelo homem da época, quem era mais importante, quais as influências )
OBS: Entregar na sexta-feira, dia 24/06 até o terceiro tempo. Copiar e responder as questões à caneta preta ou azul; não é necessário colocar capa. Individual e vale de 0 a 7.
1-Faça um breve resumo do contexto histórico do Trovadorismo, pontuando os principais acontecimentos desse período da Literatura. Não esqueça de colocar a cronologia.
2-Qual a influência do sistema feudal no período da Literatura em questão? Explique como isso se deu.
3-Ao nos reportarmos às cantigas, primeiras produções literárias, sabemos que eram compostas pelos ________________________ que era sempre um __________e divulgadas, cantadas pelo ________________, ________________ e _______________ que faziam parte da camada social dos ____________________.
4-Em relação à temática das cantigas de amor pode-se pontuar:
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
5_ Quais as principais características das cantigas de amigo?
6-Pontue as principais diferenças e/ ou semelhanças entre as cantigas de escárnio e maldizer.
7-Disserte sobre o Teocentrimo.( o que é, como era aceito pelo homem da época, quem era mais importante, quais as influências )
OBS: Entregar na sexta-feira, dia 24/06 até o terceiro tempo. Copiar e responder as questões à caneta preta ou azul; não é necessário colocar capa. Individual e vale de 0 a 7.
Correção das atividades - Humanismo - Primeiro ano A e B
1-Qual a cronologia do Humanismo?
R: Século XV a XVI: início em 1434 e término em 1527.
2-Em qual período da História se encaixa o Humanismo?
R:Período de transição entre a Idade Média e a Era Moderna.
3-Quais convenções literárias do Trovadorismo que foram mantidas no Humanismo?
R:As convenções do amor cortês.
4-O que foi a poesia palaciana e qual a sua finalidade?
R:Poesia tributária da Castellana e foi produzida para entretenimento nos serões do palácio, o que explica o caráter circunstancial, lúdico e superficial.
5-Cite alguns fatos marcantes desse período.
R:Poesia se separa da música; criação da imprensa; As grandes navegações; surgimento do comércio; criação dos burgos; surgimento da nova classe social (Burguesia/burgueses); teatro.
6-Qual a classe social surgida no Humanismo?
R: Os burgueses, burguesia.
7-Em que língua era escrita a poesia e a prosa do Humanismo?
R:No Português oficial.
8-Quem foi o fundador da historiografia e como foi nomeado?
R: Fernão Lopes. Como cronista-mor.
9-Explique o que foi o cerco de Lisboa.
R: É um episódio da guerra entre Portugal e Castella, ocorrido em 1384, durante a Revolução de Avis.
10-Quem foram os mecenas?
R:Os mecenas eram ricos e poderosos comerciantes, príncipes, condes, bispos e banqueiros que financiavam e investiam na produção de arte como maneira de obter reconhecimento e prestígio na sociedade.Eles foram de extrema importância para o desenvolvimento das artes plásticas (escultura e pintura), literatura e arquitetura durante o período do Renascimento Cultural (séculos XV e XVI).
11-Qual a doutrina usada no Humanismo e o que ela valorizava?
R: O Antropocentrismo; valorizava o ser humano.
12-Complete os espaços:
a)A historiografia medieval é quase sempre reegiocêntrica, isto é, centrada na figura do monarca.
b)Em relação ao método de pesquisa, Fernão Lopes a realizava em documentos primários, como correspondência, disposições legais, atas e certidões.
c)A principal característica de Fernão Lopes é a vivacidade narrativa.
d)Na noite de 7 de junho, Gil Vicente representou a primeira peça escrita d aLiteratura Portuguesa que foi Monólogo do Vaqueiro/ Auto da Visitação.
e)Excetuando-se alguns pequenos esquetes coletados no Cancioneiro Geral , as manifestações teatrais eram apenas encenações puramente cenográficas e pantomínicas, de cunho alegórico.
f)Em relação ao teatro de Gil Vicente, temos como estética do teatro popular: alegórico, de tipos, de quadros, ruptura da linearidade e verossimilhança, cômico e satírico.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
RECUPERAÇÃO PARALELA - SEGUNDOS ANOS - LÍNGUA PORTUGUESA II
CONTEÚDO: ARTIGO DE OPINIÃO
LEIA O ARTIGO DE OPINIÃO A SEGUIR, COPIE E RESPONDA AS QUESTÕES E ENTREGEUM NA PRÓXIMA AULA , IMPRETERIVELMENTE (24/06/2016)
TIRIRICA, POPULISMO
E DESPOLITIZAÇÃO
(A.
P. Quartim de Moraes)
O
desempenho eleitoral de Francisco Everardo Oliveira Silva, mais conhecido como
o palhaço Tiririca, tem sido avaliado com certa indulgência por analistas e
cientistas políticos. Seria apenas uma "manifestação de protesto" do
eleitorado. Muitos desses analistas chegam a lembrar, numa comparação só
aparentemente pertinente, que em São Paulo mesmo, nos anos 50, o rinoceronte
Cacareco obteve votação maciça para vereador. Manifestação de protesto,
especialmente numa eleição, é ato eminentemente político. Pressupõe consciência
da adequação do meio ao fim que se pretende alcançar. O que pode existir de
político no ato de votar num candidato que assumidamente não tem a menor ideia
do que sua investidura poderá significar? Numa pessoa visivelmente manipulada
por dirigentes partidários espertalhões? Pode ser muito engraçado eleger um
palhaço para esculhambar um Poder da República que cada vez menos se dá ele
próprio ao respeito. Mas não é nada engraçado verificar que palhaçadas acabam
resultando quase sempre em decisões parlamentares que pouco ou nada têm que ver
com os verdadeiros interesses dos eleitores. Quando, nos anos 50, dezenas de
milhares de votos foram dados ao Cacareco, o pior que aconteceu foi o
desperdício desses votos, obviamente, anulados. Agora, a enorme votação do
Tiririca acabou elegendo pelo menos mais três deputados da mesma coligação que
por si sós não teriam chegado lá. Não é impossível, claro, embora não pareça
provável, que o futuro deputado em questão venha a revelar verdadeiro espírito
público e se transformar em valoroso representante do povo. Mas o fato é que o
voto em Tiririca nada teve que ver com protesto. De consciente pode ter tido,
no máximo, a intenção do deboche. No resto, é pura despolitização, falta de
informação, ignorância. É um tiro que o eleitor alienado deu no próprio pé.
Esse fenômeno é exemplar da grave despolitização que se alastra pelo País desde
o advento do populismo lulista no poder. Como nosso presidente tem origem
humilde e está blindado pela cultuada imagem de "homem do povo",
torna-se quase impossível criticá-lo sem cometer grave ofensa ao povo. Convém
começar, portanto, pelos elogios: o governo Lula, sem a menor sombra de dúvida,
tem feito o País andar para a frente, tornar-se melhor, no sentido de mais
próspero, durante os oito anos de seus dois mandatos. Para citar duas
realizações mais relevantes, entre si fortemente relacionadas: a aceleração do
desenvolvimento econômico, unanimemente confirmada por todos os indicadores
disponíveis e, até mais importante, consequência da anterior, a incorporação de
muitos milhões de brasileiros antes marginalizados ao mercado de consumo. Há,
portanto, muito menos gente passando fome e muito mais desfrutando os
benefícios do progresso no Brasil de hoje. É claro que isso tudo é o resultado
de um trabalho que começou muito antes de Lula se tornar presidente - a tal
"herança maldita" -, mas é inegável seu grande empenho e seu êxito na
aceleração e no aprofundamento dessas realizações. Por esses feitos meritórios
o Brasil e este escriba rendem justa homenagem à ilustre figura. Mas o que não
conseguem enxergar os adoradores de Lula encharcados do mais piedoso sentimento
de amor aos pobres - com os cínicos e oportunistas nem adianta argumentar - é
que indicadores econômicos positivos estão longe de ser suficientes para
demonstrar desenvolvimento pleno, econômico e social. Tão importante quanto dar
de comer a quem tem fome é criar condições para que o faminto tome consciência
de que tem o direito não apenas de receber a benesse de um prato de comida, mas
de obter o próximo prato por seus próprios meios, como exige sua dignidade de
ser humano. Essa é a verdadeira conquista social, porque dela o homem é
sujeito, não mero objeto, como não se cansava de repetir o mestre Franco
Montoro. Esse é o verdadeiro progresso. O resto é assistencialismo
inconsequente ou, pior, oportunista. Certamente considerações dessa natureza,
com todo o respeito humano que lhe é devido, são demais para a cabeça do
campeão de votos Tiririca. Mas agora ele será governo, e também como tal deve
ser respeitado. E os incomodados que afoguem o inevitável desalento no aforismo
cínico de que cada povo tem o governo que merece.
Fonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,tiririca--populismo-e-despolitizacao,623300,0.htm
(Adaptação)
QUESTÕES
1- O autor do artigo de opinião relata um acontecimento da política brasileira.
Que acontecimento é esse?Exemplifique com fragmento do texto.
2- Na opinião do autor, a vitória do palhaço Tiririca é resultado de um governo
populista. Você concorda com isso? Justifique sua resposta.
3-Qual a tese utilizada pelo autor? Ou seja, qual a problematização apresentada por ele em relação ao assunto em questão?
4-Quais os argumentos o autor utiliza para convencer o leitor que sua opinião é correta, adequada?
5- Em um artigo de opinião, o título deve ser polêmico, provocador e que chame atenção do leitor. Nesse caso, que outro título você daria ao artigo? Comprove com fragmentos do artigo.
OBS: Copiar e responder apenas as questões à caneta preta ou azul; respostas rasuradas ou a lápis serão desconsideradas.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
CONTEÚDOS UNIFICADA/2º BIMESTRE
8º ANO A - LÍNGUA PORTUGUESA
- Período Composto por coordenação
- Conjunções
- Leitura e interpretação de texto
- Termos essenciais da oração (Sujeito e Predicado)
9º ANO B - LÍNGUA PORTUGUESA
- Uso da crase
- Orações Subordinadas Adjetivas
- Discurso direto e indireto
- Crônica: estrutura e interpretação
- Pronomes relativos
1º ANO A e B- LITERATURA
- Trovadorismo
- Humanismo
2º ANO A, C e D - LÍNGUA PORTUGUESA II
- Discurso direto, indireto e indireto livre
- Uso dos conectivos
- Leitura e interpretação de texto.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
REVISÃO LITERATURA/TROVADORISMO
Leia o livro didático, capítulo 3 e responda as questões a seguir:
1-Defina
Trovadorismo.
R:Primeira manifestação literária ocorrida na Península Ibérica aproximadamente entre a Baixa Idade Média e a Clássica com o intuito de divulgar as cantigas compostas pelos trovadores. Estas eram escritas nos pergaminhos e tinham como temas o declínio do sistema feudal , ou seja, queda do poder do clero e da nobreza.
R:Primeira manifestação literária ocorrida na Península Ibérica aproximadamente entre a Baixa Idade Média e a Clássica com o intuito de divulgar as cantigas compostas pelos trovadores. Estas eram escritas nos pergaminhos e tinham como temas o declínio do sistema feudal , ou seja, queda do poder do clero e da nobreza.
2-Quando
e onde se iniciou o Trovadorismo?
R:Aproximadamente nos anos de 1189 e 1198, em Portugal (antiga Península Ibérica).
R:Aproximadamente nos anos de 1189 e 1198, em Portugal (antiga Península Ibérica).
3-Qual
foi a primeira cantiga e quem a escreveu?
R:Cantiga da Ribeirinha, de Paio Soares de Taveirós.
R:Cantiga da Ribeirinha, de Paio Soares de Taveirós.
4-Quais
as diferenças entre cantiga de amor e amigo?
R:Cantigas de Amor:
R:Cantigas de Amor:
- Eu lírico masculino.
- Ausência do paralelismo; predominância das ideias.
- Motivo literário principal: a certa amorosa do poeta perante um mulher idealizada.
- Amor cortês, convencionalismo.
- Ambientação aristocrática das cortes.
- Forte influência provençal.
Cantigas de Amigo:
- Eu lírico feminino.
- Presença do paralelismo; musicalidade.
- Motivo literário principal o lamento da moça cujo namorado partiu.
- Amor natural e espontâneo.
- Ambientação popular rural ou urbana.
- Influência provençal atenuada; presença da tradição oral ibérica.
Fonte: MOISES, Massaud. A Literatura Portuguesa.30ª ed., São Paulo: Cultrix, 1999.
5-Quais
as diferenças entre cantiga de escárnio e maldizer?
R:As cantigas de escárnio: Nessa cantiga, o eu – lírico, faz uma crítica (sátira) indireta e com duplos sentidos a alguém. Para os trovadores fazerem uma cantiga de escárnio, ele precisa compor uma cantiga falando mal de alguém, ou seja, fazendo uma critica a alguma pessoa, através de palavras de duplo sentido, ou seja, através de ambiguidades, trocadilhos e jogos semânticos, através de um processo denominado pelos trovadores equívoco. Essa cantiga é capaz de estimular a imaginação do autor, sugerindo-lhe uma nova expressão irônica.
R:As cantigas de escárnio: Nessa cantiga, o eu – lírico, faz uma crítica (sátira) indireta e com duplos sentidos a alguém. Para os trovadores fazerem uma cantiga de escárnio, ele precisa compor uma cantiga falando mal de alguém, ou seja, fazendo uma critica a alguma pessoa, através de palavras de duplo sentido, ou seja, através de ambiguidades, trocadilhos e jogos semânticos, através de um processo denominado pelos trovadores equívoco. Essa cantiga é capaz de estimular a imaginação do autor, sugerindo-lhe uma nova expressão irônica.
As cantigas de
Maldizer. Esse
tipo de cantiga, também traz criticas, ou seja sátiras diretas, porém não são
acompanhadas de duplos sentidos. É normal que ocorra agressões verbais à pessoa
que está sendo criticada, ou seja, satirizada, geralmente usa-se até mesmo
palavrões para compor esse tipo de cantiga, onde se revela ou não o nome da
pessoa que está sendo agredida verbalmente.
Resumindo: Cantigas de escárnio
e de maldizer: são poemas satíricos. Nas de escárnio, ressaltam-se a ironia e o
sarcasmo. Já as de maldizer são agressivas, abertamente eróticas, a sátira é
expressa de forma direta, sem meias palavras, chegando a usar termos chulos.
Escritas, às vezes, pelos mesmos autores das cantigas de amor e de amigo,
revelam um terceiro "eu lírico", cuja licenciosidade se aproxima da
vida das camadas sociais mais populares
6-Defina
Cancioneiros e dê os nomes dos principais.
R:Cancioneiros é o nome que se dá à coletânea das cantigas, ou seja, o conjunto das obras trovadorescas.
R:Cancioneiros é o nome que se dá à coletânea das cantigas, ou seja, o conjunto das obras trovadorescas.
- Cancioneiro da Ajuda;
- Cancioneiro da Biblioteca Nacional;
- Cancioneiro da Vaticana.
7-Qual
a função do trovador e do menestrel?
R: Trovadores eram os artistas que compunham as cantigas e geralmente eram parte integrante da camada dos nobres e Menestrel eram aqueles que cantavam as cantigas, que iam nas feiras para divulgá-las.
R: Trovadores eram os artistas que compunham as cantigas e geralmente eram parte integrante da camada dos nobres e Menestrel eram aqueles que cantavam as cantigas, que iam nas feiras para divulgá-las.
8-Defina
o que é refrão.
R:Verso ou conjunto de versos que, em determinadas composições líricas, é apresentado em repetições regulares, também chamado de coro e estribilho.
R:Verso ou conjunto de versos que, em determinadas composições líricas, é apresentado em repetições regulares, também chamado de coro e estribilho.
9-Defina
eu lírico.
R: É a voz que fala no poema, ou seja, é de quem se fala no poema e nem sempre o autor do poema é o eu lírico (ex: cantigas de amigo).
R: É a voz que fala no poema, ou seja, é de quem se fala no poema e nem sempre o autor do poema é o eu lírico (ex: cantigas de amigo).
10-Qual
a importância do sistema feudal na literatura dessa época?
R:Compreender o contexto histórico e entender os temas das cantigas; a valorização do clero e da nobreza; a insignificância do homem mediante às igrejas (clero); a falta de valorização do ser humano (representado aqui pela camada dos servos/camponeses).
R:Compreender o contexto histórico e entender os temas das cantigas; a valorização do clero e da nobreza; a insignificância do homem mediante às igrejas (clero); a falta de valorização do ser humano (representado aqui pela camada dos servos/camponeses).
11-O
que é Teocentrismo?
R: Doutrina que pregou que Deus era o centro do Universo, centro de tudo, soberano (na figura do clero) e que o homem devia ser obediente à tal camada social.
R: Doutrina que pregou que Deus era o centro do Universo, centro de tudo, soberano (na figura do clero) e que o homem devia ser obediente à tal camada social.
MATERIAL DE APOIO PARA RESPONDER AS ATIVIDADES
Trovadorismo
Tudo começou no cenário da Europa feudal da Baixa Idade Média na Provença (sul da França atual). Em meados do século XI, um novo tipo de arte começou a fazer parte da vida das pessoas, não mais pautado apenas pela cultura religiosa e guerreira dominante na época. É a poesia dos trovadores, na qual a arte da palavra e da música resultam em canções de amor e em cantos de humor e crítica.
Por que Trovadorismo?
Segundo Achcar (1997) O termo “Trovadorismo” surgiu em consequência das atividades dos trovadores, poetas que compunham textos para serem cantados e recitados. Escritas pelos nobres, as cantigas possuíam fortes traços de oralidade e eram divulgadas pelos jograis e menestréis quando eles circulavam por aldeias, feiras e castelos. O rei D.Dinis foi um dos maiores trovadores de seu tempo, com 138 cantigas reconhecidas. Essa literatura produzida na Idade Média em Portugal, por volta do século XII, foi o momento inaugural de uma tradição literária escrita em língua portuguesa.Um pouco de história
Durante o período medieval, a igreja acumulou grandes territórios e seu poder tornou-se até maior que o dos monarcas. Dominando praticamente toda a cultura letrada, ela era responsável pela educação que, por sua vez, acontecia em suas instituições. Contudo, essa educação era limitada aos apadrinhados pela igreja e aos nobres. A maior parte da população era analfabeta e eram letradas por meio de sermões e provérbios. A sociedade era organizada por meio de feudos, nos quais havia um suserano – responsável por um território, e seus vassalos – homens que ofereciam-lhe lealdade e proteção em troca de terras.
Portugal ainda estava se estruturando tanto na língua quanto como nação e seu território era povoado por cristãos e árabes que conviviam intensamente e com isso geraram uma cultura miscigenada. A expulsão desses árabes pelos cristãos foi o que permitiu a sua constituição como país independente, no qual a língua ainda não era o português como o conhecemos e seus primeiros textos produzidos revelam essas características.
AS CANTIGAS DE AMOR trovadorescas caracterizam-se pela vassalagem do homem à mulher amada, que era geralmente casada, tornando-se proibido o amor entre os dois. Também há traços religiosos na poesia produzida nesse tempo, uma vez que o pensamento do homem medieval era intensamente influenciado pela Igreja. Nota-se ainda que o trovador busca na morte a ideia de solução para o sofrimento amoroso.
A cantiga de amor galego-portuguesa é geralmente mais monótona que o seu modelo provençal e, em geral, apresenta características como o amor cortês e a lamentação da coita.
Algumas das músicas preferidas pelos jovens dos dias de hoje, ainda que possuam uma linguagem mais coloquial, trazem em seu discurso amoroso a mesma submissão e coita do trovador português.
Na cantiga de amigo, temos como Eu-lírico uma moça cujo namorado (amigo) está distante. Isso propicia uma cantiga marcada pela ansiedade de ver o amado,ou ao menos saber noticias dele, e a moça interage com a natureza, com a mãe ou com as amigas perguntando por ele. Além disso, os elementos da natureza deixam de ser inanimados dialogando com ela.
Por ser de origem popular, a cantiga de amigo é simples e espontânea. Diferente da cantiga de amor que trazia uma linguagem mais erudita. Essas cantigas correspondem ao aproveitamento por parte dos poetas cultos (os trovadores) de uma antiga tradição que havia entre o povo da península Ibérica, sendo talvez reminiscência de festas primaveris nas quais se cultuava a fecundidade da natureza e se atribuía um papel importante à mulher.
FONTE: http://tracostrovadorescosatuais.blogspot.com.br/(acesso em 02/06/2016)
A cantiga de amigo pode ser vista como uma variação da cantiga de amor, onde o poeta dá a versão feminina do amor.
Além do Eu-lírico e da linguagem, a cantiga de amigo se diferencia da cantiga de amor por sua estrutura. Ela possui refrão e paralelismo.
Além do Eu-lírico e da linguagem, a cantiga de amigo se diferencia da cantiga de amor por sua estrutura. Ela possui refrão e paralelismo.
Cantigas de Escárnio e maldizer
Chamavam-se cantigas de escárnio as cantigas nas quais os trovadores faziam crítica de maneira indireta, utilizando-se da ironia e linguagem conotativa para isso. Já nas cantigas de maldizer, o trovador era direto e muitas vezes brutal, ridicularizando e expondo as pessoas atingidas por meio de palavrões e obscenidades de todo tipo. De acordo com Rodrigues Lapa (2003), não se tem certeza quanto a origem das cantigas satíricas, é possível que seja a mesma da cantiga de amor, mas segundo ele os portugueses foram "mestres" neste tipo de composição e não economizaram palavrões e xingamentos. Muitos Palavrões empregados dessa época continuam com a mesma força e validade até hoje. No Brasil, há algumas tradições que retomam características das cantigas satíricas. Os repentistas nordestinos, por exemplo, ainda mantêm a tradição de fazer versos acompanhados da melodia ao modo dos trovadores medievais. Eles geralmente utilizam uma cadência ritmada, muito ligada à tradição oral e à expressão popular
FONTE: http://tracostrovadorescosatuais.blogspot.com.br/(acesso em 02/06/2016)
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